Sinto frio agora mas não da noite,
da saudade presente na tua ausência,
no modo como cruzo os braços vazios de ti
e silencio o olhar para um horizonte inaudito.
Não sabem estas palavras que dizer-te
e eu como escreve-las...
Não sei parar este pensamento leve e penoso
que é saber-te longe.
Queria ter-te e não posso
e o tempo demora intensamente,
exagera no seu vagar costumeiro destes momentos.
Vou abandonar a esferográfica e a lua que me olha
esta noite, sobre o atlântico...
Calo-me...
e adormeço de novo sem ti...
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