segunda-feira, 9 de maio de 2011

O amor de tão simplória conveniência

O amor de tão simplória conveniência,
de tão vil e infeliz conceito humano,
deixou-se pousar em nossos corações.

Não soubemos fazer mais que respeita-lo!

Sobre a decência dos nossos corpos
protegemo-nos tão pouco e mal
e sempre que o fizemos anunciaram um fim
clamando um medo de si próprios...

Então a tarde esfriou sóbria,
enquanto estivemos abraçados sob a chuva,
procurando uma retórica sumária...

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