O vento breve levanta-se
e nele sente-se a fria verdade de um povo que sofre.
Aos poucos aumente o desejo de um outro rumo
à vida que afinal, partilhada, é de todos
e de todos precisa.
Não sabemos entendermo-nos de outro modo
senão chorando um passado tantas vezes insultado.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Quero-te sem destino, sem tempo...
Ergo de mim os olhos para o teu rosto
e sorris.
Talvez não tenhas as certezas de uma eternidade
mas sabes que é esse o olhar procurado
e abraças-me.
Não sabemos o que é o futuro, assim,
ou a dor partilhada,
um dia,
e continuamos o beijo daquela noite perdida
És mais bela na escuridão deste quarto!
Ouviste? Murmurei...
Agora que as minhas mãos te encontram o jeito de ser
e os teus braços um corpo sôfrego de vida
quero-te...
Quero-te sem destino, sem tempo...
Quero-te...
Calamos os gestos de amor com um beijo permissivo,
calmo e ofegante... Um beijo esperado... porque quero-te.
Não posso falar-te em sentimentos
se os teus lábios me fazem calar de novo...
e sorris.
Talvez não tenhas as certezas de uma eternidade
mas sabes que é esse o olhar procurado
e abraças-me.
Não sabemos o que é o futuro, assim,
ou a dor partilhada,
um dia,
e continuamos o beijo daquela noite perdida
És mais bela na escuridão deste quarto!
Ouviste? Murmurei...
Agora que as minhas mãos te encontram o jeito de ser
e os teus braços um corpo sôfrego de vida
quero-te...
Quero-te sem destino, sem tempo...
Quero-te...
Calamos os gestos de amor com um beijo permissivo,
calmo e ofegante... Um beijo esperado... porque quero-te.
Não posso falar-te em sentimentos
se os teus lábios me fazem calar de novo...
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