sábado, 2 de novembro de 2013

Ali

Ali, onde o mar exagera a pedra negra,
rasgaram-se as veias da terra ao mar
e o sangue brotou quente.
Raiou a dor de uma país a nascer, uma nação a encontrar
a força e o navegar.

Ali onde a praia é funda
lançaram sonhos breves em esperança
e a certeza de o querer, negando, deixar.

Não sei os caminhos que se farão mas ali...
Ali o Atlântico que tanto nos limpou
virou costas!

Ali
aonde Sebastião nunca mais veio!

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