segunda-feira, 25 de abril de 2011

Amei-te desde então.

Ouvi distante o tempo de partir e

Tardei mais dois instantes contigo!
Perdi-me, perdi-o…
Não achei volta no comboio...

Acolheste-me.
Deste-me de pensar e sorrir
E soubeste sempre como me olhar.

Pensei, por vezes, amar-te,
Ter-te minha, a meu lado, simples.
Não perdi tempo nem ganhei demora.
Passei demasiadas vezes o pensamento pela vida
E a acção pareceu-me desconfortável.

Hoje penso com a memória
Como todos fazem, (acho),
mas só o ouso com as migalhas aguadas em tristeza.
Esta chuva fria que me molha cá dentro
Não me sabe que deixar,
não tem que não ser minha!

Amei-te desde então.

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