Na praia não encontrei ninguém!
Aqueles eram dias estranhos
e a maresia teimava em cegar-me.
Quis correr e uma vez tropecei.
Caí pelo tempo...
Quis levantar-me em pessoa e mais uma vez,
caí na areia.
Sonho que caio novamente e não sei distinguir
Onde termina tudo isto.
Mas anima-se meu peito
e não sei reagir
e caio novamente no sonho repetido...
Tu que ousaste,
não me deixes sozinho na tua praia!
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