sexta-feira, 22 de abril de 2011

Tu que ousaste...

Na praia não encontrei ninguém!

Aqueles eram dias estranhos
e a maresia teimava em cegar-me.
Quis correr e uma vez tropecei.
Caí pelo tempo...

Quis levantar-me em pessoa e mais uma vez,
caí na areia.

Sonho que caio novamente e não sei distinguir
Onde termina tudo isto.
Mas anima-se meu peito
e não sei reagir
e caio novamente no sonho repetido...

Tu que ousaste,
não me deixes sozinho na tua praia!

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