Lembro a borboleta vermelha
que foi pousar sobre o teu ventre livre.
Divagamos, sorrindo,
sobre os filhos que um dia tivéssemos,
que em manhãs ternas nos invadissem o quarto
para se derramarem dentro do nosso amor.
Felizes.
Fois essa visão romantizada
que trouxe a nós a profundidade de um futuro juntos.
Calamo-nos.
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