sábado, 24 de novembro de 2012

Já não sei desenhar o teu rosto no silêncio

Já não sei desenhar o teu rosto no silêncio
e falta a atenção de um beijo
agora que a noite torna-se fria.
Partiste por breves instantes e sinto-me só
como se o fogo de uma vela fosse
apenas,
dentro de uma escuridão
sem saber encontrar-se na própria presença.

Procuro de novo os teus lábios
pela sinceridade de uma ilusão verdadeira,
quando de novo te tento descobrir. 

Falta-me a realidade do teu rosto junto de mim,
o olhar calado de quem sabe conhecer-me,
o abraço apropriado dentro da noite...

Fazes-me falta nesta manhã!

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