Começo por nem me importar
quando olho o relógio sem tempo. Faltas-me!
E não sei falar por ser em silêncio o meu jeito de te querer.
A cama jaz fria sem o teu corpo nu
e o nosso cheiro a paixão. As horas...
São as noites o aconchego e a memória infinita de te amar,
a chuva que cai na vidraça morrendo sem me olhar,
o vento que sopra, sem cuidado,
o teu nome pelo meu pensamento.
Porque demoras, procuro-te
dentro daqueles instantes só nossos,
nas sombras do relógio sem tempo para te esperar.
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