Tenho a alma insegura.
Não sei se devo rir, chorar ou simplesmente existir.
Quero voltar a casa e ser de novo criança...
sábado, 21 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Nunca amei seriamente...
Ainda jovem falta-me alguma da loucura típica.
Nunca arrisquei conhecer países,
um desporto perigoso ou falar sobre mim mesmo
tal como me conheço…
Nunca amei seriamente
porque seriamente nunca foi esse o momento
mas hoje…
Sinto que essa aventura espreita,
que o destino afunila abruptamente
todas as minhas vontades para essa razão concreta!
Tenho-te longe dos braços
e é isso todo o meu terror.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O amor de tão simplória conveniência
O amor de tão simplória conveniência,
de tão vil e infeliz conceito humano,
deixou-se pousar em nossos corações.
Não soubemos fazer mais que respeita-lo!
Sobre a decência dos nossos corpos
protegemo-nos tão pouco e mal
e sempre que o fizemos anunciaram um fim
clamando um medo de si próprios...
Então a tarde esfriou sóbria,
enquanto estivemos abraçados sob a chuva,
procurando uma retórica sumária...
domingo, 8 de maio de 2011
Tenho medo...
Tenho medo,
não me quero mexer e obrigam-me.
Balança o mundo.
Não me mexo...
Quando o planeta gira
gasta muito do equilíbrio que tenho.
Estou confuso, tenho medo,
não me quero mexer e faço-o!
E tudo gera mais medo e confusão
enquanto o mundo descreve mais dias sobre si mesmo!
Tenho medo, não tenho equilíbrio
e tudo gira sem razão...
não me quero mexer e obrigam-me.
Balança o mundo.
Não me mexo...
Quando o planeta gira
gasta muito do equilíbrio que tenho.
Estou confuso, tenho medo,
não me quero mexer e faço-o!
E tudo gera mais medo e confusão
enquanto o mundo descreve mais dias sobre si mesmo!
Tenho medo, não tenho equilíbrio
e tudo gira sem razão...
Isto que é ser e amar...
Todas as evoluções são estranhas
porque a vida é estranha,
porque eu sou estranho.
Nunca soube ser diferente
e, talvez por isso,
caio constantemente no mesmo erro de querer-te,
de olhar a tua imagem repetidamente,
e amar esses quadros, cheio de sofreguidão...
Todas as evoluções são estranhas.
Concordo com tudo até cair no engano engenhoso,
no desespero de ver outra recusa
e evolou para uma dor tão só minha como de repetida.
Porque a vida é estranha
e nunca a soube compreender
dentro do seu balanço natural como tu o sabes fazer...
Porque eu sou estranho
e não me sei converter em social.
Jamais serei eu realmente porque preciso de duas caras
e arrependo-me por existir assim, múltiplo
frente a todos...
Não sou nada nem o mereço verdadeiramente
como verdadeiramente ninguém o merece.
E isso são todos os que são homens e mulheres no meu país
porque te amei um dia!
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