E se te disser agora a verdade,
voltarás?
Se for esta a minha confissão
o desespero esperado de uma intenção
onde a tua vitória moral não se reflete.
Poderei abraçar-te novamente?
Não tenhamos sentidos em demasiado tempo vazio
ou mares profundos
onde a luz da nossa vontade não penetre.
O cais ainda é o mesmo! Eu é que envelheci
um pouco mais rápido na tua ausência,
um pouco mais feroz no teu silêncio.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
Ali
Ali, onde o mar exagera a pedra negra,
rasgaram-se as veias da terra ao mar
e o sangue brotou quente.
Raiou a dor de uma país a nascer, uma nação a encontrar
a força e o navegar.
Ali onde a praia é funda
lançaram sonhos breves em esperança
e a certeza de o querer, negando, deixar.
Não sei os caminhos que se farão mas ali...
Ali o Atlântico que tanto nos limpou
virou costas!
Ali
aonde Sebastião nunca mais veio!
rasgaram-se as veias da terra ao mar
e o sangue brotou quente.
Raiou a dor de uma país a nascer, uma nação a encontrar
a força e o navegar.
Ali onde a praia é funda
lançaram sonhos breves em esperança
e a certeza de o querer, negando, deixar.
Não sei os caminhos que se farão mas ali...
Ali o Atlântico que tanto nos limpou
virou costas!
Ali
aonde Sebastião nunca mais veio!
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