Agora, no tardar do dia,
da
noite,
devemos
calar num beijo
as
confissões que em silencio se teem feito ver,
nos
olhares.
Se
me quiseres dar a mão
poderei
narrar como te tenho sonhado nestas
noites
em que estivemos longe.
Se
me quiseres abraçar,
enfim…
Fica
próxima da minha atenção
e dar-te-ei o cuidado que tive
a descobrir um entardecer na ponta do sol.
Se me quiseres querer...
Tu e a Tânia devem ter apanhado muito sol na cabeça.Mas prontos,muita sorte na poesia.Dá uma vista de olhos no blog dela:
ResponderEliminarhttp://osmeuspoemastmpa.blogspot.pt/
Abraço: Padrinho o crl que ta f*d* (kolmi,pipi,etc)
Fica aí com um poema não original:
Menina repreenda o melro,
que vai à minha horta,
depenica-me os tomates,
à procura da minhoca.