quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Ao entardecer


Agora, no tardar do dia,
da noite,
devemos calar num beijo
as confissões que em silencio se teem feito ver,
nos olhares.

Se me quiseres dar a mão
poderei narrar como te tenho sonhado nestas noites 
em que estivemos longe.
Se me quiseres abraçar,
enfim…

Fica próxima da minha atenção
e dar-te-ei o cuidado que tive 
a descobrir um entardecer na ponta do sol.
Se me quiseres querer...

1 comentário:

  1. Tu e a Tânia devem ter apanhado muito sol na cabeça.Mas prontos,muita sorte na poesia.Dá uma vista de olhos no blog dela:

    http://osmeuspoemastmpa.blogspot.pt/

    Abraço: Padrinho o crl que ta f*d* (kolmi,pipi,etc)

    Fica aí com um poema não original:

    Menina repreenda o melro,
    que vai à minha horta,
    depenica-me os tomates,
    à procura da minhoca.

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