quando jovem adormecido
nas costas de um futuro sem traço,
no tom de um sentido.
Trago de seu o mar
no rosto, nos olhos a brilhar,
no gesto que soube ser meu,
na voz que parece faltar.
Então
guardo, cego, essas memórias
para
saber sorrir,o mundo tem de ser falível.
Como sabemos olhar-nos calados…
Sem comentários:
Enviar um comentário