Antigamente,
eu teria no peito tristeza
ou sem
jeito e beleza
uma mágoa
forçada de o saber.
Fui sofrível,
por
assim dizer,
e os
gestos eram reais de tão falsamente repetidos
que partiram
sem sentidos
ou direções
que lhes desculpassem a vinda.
Encontrei-me,
julgo,
sem saber
precisar o gesto imaterial.
Ainda
tenho nos olhos lágrimas
por isso
a realidade ainda é turva…
E se
antes foi cega
não
me soube dizer.
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