Não durmo!
Não consigo.
Não sei.
Dói-me a
cabeça e sei não
saber,
entender a dor
que tenho na alma
ou o cansaço de uma
cadência repetida.
Afogo-me
dramaticamente na realidade
do sonho em que
despertei.
A água é
gelada e não me deixa adormecer à três noites,
por uma
vida.
Não durmo!
Não consigo.
Não sei.
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