segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Não me julgues...


Despi de razões a consciência ao te amar
querendo mais que o teu desejo
um abraço sem memória de acabar.

Não me julgues as palavras
ou os sentimentos que te dei a beber.
Não lhes soube tirar a pureza vontade
e a verdade que o olhar encontrava. 
Não soube esconde-las,
esconder-me...

Eu era ingénuo e a vida 
forte demais para as minhas certezas. 
Não me julgues por te ter amado!

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