de hoje,
de um passado recente,
por sermos próximos,
o convexo da minha alma.
Olhei-te um dia
e já não eras a amiga de sempre
mas todos os meus desejos futuros.
Já não sei pensar-te sem te procurar!
E é este devaneio sem caminho
ou gesto calado por cima do meu peito
que bate desregrado.
A natureza do teu sentido
que me tem alheio nestes dias
perdidos e sem tempo.
Olho o céu sem saberes
perguntando se será esta a minha única dúvida
enquanto te procuro.
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