domingo, 9 de outubro de 2011

Procurei-te

Procurei-te
como quem nunca tenha visto o mar.
Na cidade, como se não tivesses existido,
disseram-me que não te conheciam
sem encontrar nas respostas o teu nome.

Quis perceber...

Pensei ser mais um suicida
quando o meu corpo arrefeceu.
Senti um buraco na vida
onde, talvez,
se perca ela própria.
Nunca disseste como seria a saudade!

Foi este um primeiro ensaio sobre a minha lucidez.

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