terça-feira, 12 de junho de 2012

...Onde o nosso amor pode existir mas não expandir-se.



Sinceridade…

É esse o tom que damos às palavras
sempre que não sabemos mentir!
É esse o nome das ilusões racionais,
dos devaneios verbais
quando não há um guião mental racionado.
É a consistência emocional que trava
segura e magoada
a consciência de um ponto frágil em nós.

Sabemos que dizer a verdade será levar ao infinito
a finita vontade de não sofrer,

por ti!

Dizes que não é certo o coração,
que o tempo é um vácuo espelhado
onde o nosso amor pode existir mas não expandir-se.

És sincera, talvez,
mas a vontade anula-se no próprio engano
porque sabes que não minto.

Teimas em guardar-te
e eu não sei proteger-te de ti mesma!

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