O que me faz
pensar-te
não são as
palavras que disseste
mas a
importância que lhes dei,
a força que
ainda têm em mim,
nos meus
sentidos,
no sentido
de tudo isto
e nisto que
é não ter sentido.
O ódio que
tenho reprimido
é não conhecer-te
o olhar
e ter-te
presente na tua ausência
mesmo quando
te escondes.
O sonho confunde-me
o desejo
mas desejo não sonhar-te!
Não quero
ter mais que o que me quiseres
nem sabe-lo
se não o fizeres.
Continuarei
olhando-te…
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