Não sei
ainda porque acreditamos nas palavras!
Tomamos por
princípio ser a sinceridade capaz e nobre
e
descobrimos que é essa a nossa fuga à realidade,
que tudo o
que realmente desejávamos
era ficar
ali abraçados eternamente
numa
despedida enganada.
A sinceridade não me aconchega o coração
ou a mente
ou a dor da
tua partida que dói sem repreensão.
…
A consciência de te deixar ir sem negar-te o
adeus.
Não soube
ser contigo
nem sei ser
sozinho.
Abraça-me a
inquietação de uma perda
mesmo sem
ter feito apostas!
Sem ter
feito apostas…
Sei agora
porque partiste!
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