sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Não me peçam...


Não me peçam uma certeza quando nem sei se vivo.
Não me queiram sensível quando o castigo é merecido.
Sempre soubemos falar em justiça
mas se nos guiarmos pela psicologia todos são absolvidos,
se quisermos defender a sociedade
a solução é morrer-mos todos.

Não me peçam algo que nem vocês podem cumprir.
Não queiram ser os cínicos que vocês mesmos dizem odiar.

Sou como sou, humano!
Bom ou mau?...
Depende apenas do olhar que me dedicarem.

Sou outro de vós…

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