Tenho medo
da escuridão!
Não quero
vê-la mas a sua força,
o seu jeito,
o seu
silêncio inoculo que traz-me o seu presente.
E eu que não
sei sonhar
aconchego-me
no sofrimento calado de a conhecer.
Tenho medo
da escuro
dos dias
perdidos…
Dos tempos
mortos,
da vida que
existe, apenas.
Trago sempre
uma noção de caos
que completa
esse vazio
como um
louco que atira vento de um farol,
inútil.
E a luz que
produzo imaginando agora…
O dia tarda.
A noite
cansa.
A vida
acontece sem demais coragem
que esta de
estar a pensar e escreve-la.
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