Não são os
beijos que prometemos
a razão do
nosso encontro
ou a certeza
de um desejo.
São as
palavras que escutamos na noite
quando as
certezas são poucas,
quando o destino
não é próprio
e as
saudades de um outro mundo grandes.
Sabemos ler
as entrelinhas sem o confessar
do mesmo
modo que fomos alheios sem nos conhecer.
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