Trago vazio o olhar
de onde a minha boca
foi beber.
Trago o silencio a
latejar,
a última memória de te
receber.
E é tão simples a
razão,
tão sereno o sentido
que tenho ainda próximo
ao ouvido
o segredo da tua
decisão.
Refrão
Fere-me o desejo de te
abraçar,
cega-me a vontade que
de te ver
mas não te sei
encontrar
nem te sei esquecer.
Se me conhecesses a
alma
e pudesses ler a
vontade
saberias que esta confidente
calma
fere como morde a
saudade.
Em silêncio sinto a
saudade crescer
quando uma lagrima
começa a escapar
mas lembro que não me
sabes amar
e eu não te sei
compreender.
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